Autor:
Dr. Rogério Rodrigues Cisneros
Ortopedista – CRM-MS: 2895 | RQE 446 | TEOT 5389
Publicado em 15/05/2026, às 09h.
Atendimentos de Segunda a Sexta: 08h às 11h - 13h30 às 17h.
Nem toda fratura aparece imediatamente nos exames mais imples. Em alguns casos, pequenas fissuras ósseas podem passar despercebidas no ínício, principalmente nas chamada fraturas por estresse.
A fratura por estresse é uma pequena fissura no osso causada por sobrecarga repetitiva, e não necessariamente por um grande trauma.
Ela acontece quando o osso sofre impactos contínuos sem tempo suficiente para recuperação.
É comum em:
Corredores;
jodadores de futebol;
praticantes de academia;
militares, e
pessoas com rotina de impacto repetitivo.
Nas fases iniciais, a fratura por estresse pode ser muito pequena e ainda não gerar alterações visíveis no raio-X comum.
Isso faz com que muitos pacientes continuem treinando ou caminhando normalmente, agravando a lesão.
Em alguns casos, exames mais detalhados podem ser necessários, como:
Ressonância magnética;
Cintilografia óssea, e
Tomografia computadorizada.
Os sinais geralmente aparecem de forma gradual.
Sintomas frequentes:
Dor localizada;
Dor que piora ao esforço;
Sensibilidade ao toque;
Inchaço leve, e
Desconforto persistente mesmo sem trauma importante.
Em muitos casos, a dor melhora com repouso e retorna com a atividade física.
Alguns fatores aumentam o risco da lesão:
Aumento intenso de treinos;
Impacto repetitivo;
Uso inadequado de calçados;
Baixa densidade óssea, e
Falta de recuperação muscular.
O excesso de esforço sem recuperação adequada é uma das principais causas.
Alguns fatores aumentam o risco da lesão:
Aumento intenso de treinos;
Impacto repetitivo;
Uso inadequado de calçados;
Baixa densidade óssea, e
Falta de recuperação muscular.
O excesso de esforço sem recuperação adequada é uma das principais causas.
Esse tipo de fratura costuma acontecer em regiões que suportam mais impacto.
Locais mais afetados:
tíbia;
metatarso (pé);
fêmur;
quadril, e
tornozelo.
Continuar praticando atividade física mesmo com dor pode agravar a fissura e transformar uma pequena lesão em uma fratura maior.
Isso pode causar:
afastamento prolongado;
piora da dor;
necessidade de imobilização, e
recuperação mais lenta.
O diagnóstico precoce faz diferença no tratamento.
Você deve procurar avaliação quando:
A dor persiste por dias ou semanas;
O desconforto piora ao caminhar ou correr;
Existe dor localizada sem trauma importante, e
O raio-X veio "normal", mas os sintomas continuam.
Nem toda lesão aparece imediatamente nos exames simples.
Ignorar dores repetitivas pode transformar uma lesão tratável em problema maior.
Em muitos casos, identificar precocemente uma fratura por estresse permite recuperação mais rápida e retorno seguro às atividades.
Agende sua consulta e receba uma avaliação especializada.