Autor:
Dr. Rogério Rodrigues Cisneros
Ortopedista – CRM-MS: 2895 | RQE 446 | TEOT 5389
Publicado em 25/05/2026, às 09h.
Atendimentos de Segunda a Sexta: 08h às 11h - 13h30 às 17h.
Com a evolução da ortopedia, muitos pacientes ficam em dúvida sobre qual é a melhor opção para imobilizar uma lesão: o gesso tradicional ou a bota ortopédia.
A resposta depende do tipo de lesão, da gravidade do trauma e da avaliação médica. Em alguns casos, a bota oferece praticidade e conforto. Em outros, o gesso ainda pode ser a opção mais segura.
Ambos têm função de:
imobilizar a região lesionada;
proteger ossos e articulações;
reduzir dor e movimentos inadequados, e
auxiliar na recuperação.
O objetivo principal é permitir que a lesão cicatrize corretamente.
O gesso continua sendo muito utilizado em casos que exigem maior estabilidade e restrições de movimento.
Situações comuns:
Fraturas com risco de deslocamento;
Lesões mais graves;
Pós-operatórios específicos, e
Casos em que o paciente não deve retirar a imobilização.
Pontos positivos:
Maior rigidez e estabilidade;
Menor risco de movimentação inadequada, e
Boa proteção em fraturas mais instáveis.
Limitações:
Não pode ser removido;
Dificulta higiene;
Pode causar desconforto, e
Menor ventilação da pele.
As botas ortopédicas modernas são indicadas principalmente em lesões mais estáveis ou durante parte da recuperação.
Exemplos:
Entorses moderadas;
Algumas fraturas estáveis;
Recuperação pós-operatória, e
Lesões ligamentares.
Benefícios:
Mais conforto;
Possibilidade de retirada controlada;
Facilidade para higiene;
Melhor adaptação no dia a dia, e
Ajuste mais prático.
Em alguns casos, também permite reabilitação funcional mais precoce.
Não necessariamente.
Emboraas botas tenham se tornado muito populares, existem situações em que o gesso ainda oferece maior segurança para o tratamento.
A escolha depende de fatores como:
Tipo de fratura;
Grua da lesão;
Idade do paciente;
Nível de estabilidade, e
Avaliação ortopédica.
Não existe uma única resposta.
O melhor tratamento é aquele que oferece:
segurança para cicatrização;
estabilidade adequada;
menor risco de complicações, e
recuperação funcional eficiente.
Cada caso dese ser analisado individualmente.
Muitas pessoas tentam decidir entre gesso ou bota apenas pesquisando na internet ou por indicação de conhecidos.
Isso pode atrasar a recuperação ou até agravar a lesão.
O tipo correto de imobilização deve ser definido após avaliação médica e exames de imagem.
Procure avaliação quando houver:
Dor intensa após trauma;
Suspeita de fratura;
Dificuldade para apoiar o pé ou movimentar;
inchaço importante, e
necessidade de troca ou ajuste da imobilização.
Agende sua consulta e receba uma avaliação especializada.